02/08/16

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Campos dos Goytacazes, terça, 02 de agosto de 2016. Nº 3.612

Equipe da UENF classificada para etapa mundial do Petrobowl

Petrobowl1[1]Pelo segundo ano consecutivo, a equipe da UENF conseguiu a classificação para a etapa mundial do Petrobowl, um campeonato mundial de perguntas relacionadas à indústria do petróleo e gás natural de caráter técnico e não técnico, organizado pela  Society of Petroleum Engineers – SPE. A etapa mundial será em 26/09/16 na ATCE, em Dubai, Emirados Árabes Unidos, onde a UENF estará competindo com 36 equipes das universidades de maior prestígio em Engenharia do Petróleo do mundo.

A classificação foi obtida numa etapa regional que ocorreu em 04/06/16, em Buenos Aires. A equipe da UENF é composta por cinco alunos do curso de Engenharia de Exploração e Produção de Petróleo. Além de se preparar para a competição, os alunos vêm buscando ajuda financeira para poder participar da etapa mundial do campeonato.

— Estamos estudando bastante e nos mobilizando no sentido de procurar patrocínios, algo ainda mais difícil em tempos de crise e que vai ser mais custoso do que ano passado, já que o mundial será em Dubai — afirma Gérson….um dos integrantes da equipe.

Ele destaca algumas ações que já foram tomadas no sentido de dar maior visibilidade à equipe. Uma delas foi a criação de uma página oficial no Facebook, no link https://www.facebook.com/PetrobowlUENF/ , onde a equipe posta todas as novidades de parcerias e informações sobre o andamento da competição e dos seus estudos. Foi criado também um link no site de arrecadações Vakinha, onde são aceitas contribuições para auxiliar no pagamento das despesas:  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/time-petrobowl-uenf-road-to-dubai.

— Já conseguimos fechar um patrocínio com a International Association of Drilling Contractors (IADC), que nos patrocinou ano passado. Também estaremos oferecendo um curso de Equipamentos de Perfuração, uma parceria entre o time Petrobowl UENF e a Idea Petroleum, cuja verba será revertida como patrocínio para o time — informa Gérson.

O Petrobowl é uma competição anual com estudantes de todo o mundo, baseada num quiz de perguntas e respostas. As equipes se enfrentam em partidas de oito minutos e o vencedor é determinado por quem responde mais perguntas corretamente nesse tempo. Na competição realizada na Argentina, a equipe da UENF ficou em quinto lugar entre 19 equipes de diversos países da América Latina. Algumas das equipes têm vários anos de experiência na competição, em contraste com a equipe da UENF, que participou da etapa mundial em Houston, Texas, em 2015, pela primeira vez, e participa agora pela segunda vez do Petrobowl. As duas primeiras colocadas na etapa regional (UFRJ e Universidad de Santander) foram contempladas com passagens aéreas e estadas para a etapa mundial em setembro.

Em abril, a equipe da UENF também participou do Petrogames, uma competição no mesmo estilo do Petrobowl, mas de cunho nacional. No Petrogames, a UENF competiu contra 20 equipes de universidades Brasileiras, dentre elas a UFRJ, UFF e USP. A UENF acabou saindo vencedora e conquistou um prêmio de 6 mil reais, o qual foi principal viabilizador da viagem para a etapa regional em Buenos Aires, uma vez que a equipe não recebeu nenhuma forma de patrocínio.

Revista TxPP recebe seu primeiro fator de impacto pelo JCR

revistaA Theoretical and Experimental Plant Physiology (TxPP), revista científica oficial da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal (SBFV), que foi sediada na UENF entre os anos de 2012 a 2016, recebeu seu primeiro fator de impacto pelo JCR (Journal of Citation Reports), da Thomson Reuters, e o índice alcançado foi 0,96. O Editor in Chief, Prof. Ricardo Bressan-Smith, do Setor de Fisiologia Vegetal/LMGV/CCTA comandou a revista nesses últimos anos junto com sua equipe composta também por profissionais e estudantes, todos ligados ao tema: Profa. Mara de Menezes de Assis Gomes (FAETEC/UENF), Dra. Débora Dantas, Jaqueline Mendonça e José Neto, sendo os dois últimos bolsistas do Programa de Extensão da UENF.

A trajetória da revista da Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal iniciou-se em 1989 com a criação da Revista Brasileira de Fisiologia Vegetal. A partir de 2002 deu início à internacionalização parcial com a publicação de artigos somente em inglês e a revista passou a se chamar Brazilian Journal of Plant Physiology, vinculada à base Scielo. A partir de 2013, uma série de transformações culminaram na internacionalização total da revista, como a adoção de editores associados de vários países e ampliação do escopo para a área de Plant Sciences. Com a criação da nova revista, o título passou para Theoretical and Experimental Plant Physiology.

A partir de então, a TxPP foi vinculada à editora Springer e passou a usar os recursos disponíveis por essa editora, como uso da plataforma eletrônica Editorial Manager, o layout mais profissional dos artigos, o uso de sistema de detecção de plágio iThenticate, a indexação em várias plataformas (JCR, Scopus e outras), além do Cross Ref. A revista deixou de ser impressa, seguindo a tendência, que é a disponibilização das publicações no formato eletrônico.

Alem da submissão regular pelos autores, dois fascículos especiais foram publicados desde 2014: “Focus Issue on the Physiology of Plants under a Climate Changing World”, e “New Insights on Grapevine Physiology”, ambos com autores renomados em suas áreas, convidados pelo Editor. Essas ações, sem dúvida, contribuíram para o êxito na obtenção do primeiro fator de impacto em tão pouco tempo.

Cabe ressaltar que a revista conseguiu a 23ª colocação dentre todas as revistas científicas brasileiras no ano de 2016, independentemente da área de atuação, e a 1ª colocação na área de Plant Sciences. Dentre todas as revistas dessa área, cerca de 33% tiveram seu JCR na faixa de 1.0 a 2.0, logo o desempenho da TxPP pode ser considerado excepcional em relação ao seu primeiro fator de impacto.

A revista conta com uma página no Facebook (https://www.facebook.com/TheoreticalandExperimentalPlantPhysiology/) e no twitter (https://twitter.com/TxPPJournal ), além da página oficial na base da Springer (http://www.springer.com/life+sciences/journal/40626) e da página ancorada no site da  SBFV (http://www.txppjournal.org/index ).

Campus da UENF é usado para abandono de animais

Helena Hokamura, diretora do Hospital Veterinário

Helena Hokamura, diretora do Hospital Veterinário

Por possuir um Hospital Veterinário, o campus da UENF tem sido utilizado por algumas pessoas como local de abandono de animais. Segundo a diretora do Hospital, Helena Hokamura, muitas pessoas levam seus bichos para serem atendidos e não retornam para buscar. Mas há ainda aqueles que entram de automóvel no campus, soltam os animais e vão embora.

— O Hospital Veterinário é local de atendimento, não de acolhimento. Sequer temos um local para isso, muito menos recursos — afirma a diretora, lembrando que este é um problema comum em hospitais veterinários, que se agrava em tempos de crise financeira.

Segundo Helena, muitas pessoas chegam a dar endereço falso para que não possam ser localizadas.  Quando o animal é abandonado, a direção do Hospital tenta, num primeiro momento, encontrar pessoas que queiram adotá-lo. Quando não consegue, é obrigada a encaminhar ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), onde o animal, caso não seja recolhido pelo dono, acaba sendo eutanasiado.

— Este é o procedimento correto, pois é preciso controlar a população de animais de rua. Algumas pessoas não aceitam, mas e se um animal desses atacar alguém? Quem vai se responsabilizar? — diz a diretora.

IMG_1660Segundo ela, os cães abandonados têm o hábito de se matilhar à noite e atacar os animais de criação mantidos no campus para pesquisas, como cabras e ovelhas. Também já foram registrados vários casos de cachorros que atacaram pessoas dentro do campus. Helena observa que o abandono de animais é considerado crime pela Lei Federal 9605 de 1998.

— Os únicos animais de vida livre são os silvestres. Os animais domésticos devem ter um responsável, pois precisam de cuidados, senão podem se acidentar, sofrer maus tratos, atacar pessoas — diz.

Reiterando que a UENF não tem estrutura para o acolhimento de animais, Helena faz um apelo à comunidade externa para que não traga mais animais para dentro do campus universitário.

— Já à comunidade interna, peço que ao invés de trazer comida para os animais, busque ajudar encontrando pessoas que possam adotá-los. É isso que eles precisam, de um lar de verdade – conclui.

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Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)

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